Blog da Família de Mídias Sociais

Divulgando e compartilhando experiências com novas tecnologias educacionais.

Educopediar é…

por Barbara Moura.

Educopediar é…

No final do ano sempre reservamos momentos para reflexão. Hoje pensava sobre como foi 2012 para a nossa querida Educopédia. Pensei nos nossos novos educopedistas que aumentaram nossas famílias e naqueles que deixaram saudades…

Refleti sobre o sonho que a Educopédia foi, e a realidade que se tornou.

Neste ano recebemos o prêmio Barão de Mauá, obtivemos reconhecimento internacional, fomos tema central em diversas palestras, seminários, colóquios pelo Brasil e o mundo. Estivemos em destaque nas mídias com os resultados que apenas começaram a aparecer.

Muito ainda vem por ai… A máquina de testes, o Educomundo e de tudo que virá tenho apenas uma certeza: 2013 será ainda melhor para nossa família Educopédia porque para mim, educopediar é unir forças para transformar a educação!

Boas Festas, boas férias e um 2013 de educosucesso!

educopediar

  • @Rebiza: “Educopediar é caminhar pela reflexão e ludicidade”
  • @DilmaVG: “Educopediar é ampliar horizontes, sair da mesmice trazendo movimento ao estático!
  • @ElidiaCorreia: “Educopediar é viajar na imaginação online e derrubar as paredes da sala de aula.”
  • @daysealbar: “Educopediar é permitir que o aluno seja o pilar da educação.”/ “Educopediar é lançar a educação anos-luz adiante!”
  • @Siiiiiimone: “Educopediar é educoaprender.”
  • @fernandagtardin: “Educopediar é aprender de maneira divertida, é compartilhar, é interagir.”
  • @nanesabino: “Educopediar é romper a barreira do ensino tradicional, unindo a construção do conhecimento à diversão.”
  • @angelaMangaras: “Educopediar é reconhecer que o limite de aprender quem dá é você!”
  • @asantos22: “Educopediar é vivenciar novos conhecimentos!”
  • @Anna_RJ: “Educopediar é conectar, criar, transformar e educar.”
  • @profrosi: “Educopediar é… fazer o futuro hoje.”
  • @Alex1Rodrigues: “Educopediar é estar lado a lado do conhecimento full time.”
  • @Mangabeira_Prof: “Educopediar eh promover encontros do aluno com o conhecimento.”
  • Marie Mariah: “Educopediar é criar um nova roteiro para educação!”
  • Olavo Acioli: “Educopediar é amar e viver a Educação, dia, dia! É marcar seu tempo!
  • Sonia Rodrigues:  “Educopediar é estar aberto para as novas tecnologias e se atualizar. Isso é EDUCAÇÃO”
  • Terezinha Lúcia Mota Hygino: “Educopediar é reescrever o futuro educacional!”
  • @MaraMalheiros: “Educopediar é dar aulas COM informática, e não de Informática!”

 

Agradecemos a todos pela participação! Adorei a criatividade de todos.

Peço desculpas se alguma frase ficou fora da compilação, mas aproveite para comentar e colocar aqui juntinho de todos os nossos #educopediar.

Confissões de Adolescentes na Web – Estratégia Educacional

Por Vinícius Farias

O ser humano sempre teve a necessidade de se expressar e contar histórias. Para isso utilizou as ferramentas disponíveis em seu tempo: pinturas rupestres, pergaminhos, diários em cadernos com cadeados e hoje, cada vez mais, utiliza a internet. Ora, mas diário não é onde escrevemos o que sentimos e contamos os pensamentos mais secretos? Em nossa era não! Há aqui a necessidade de globalizar a informação, seja escrevendo em blogs ou até mesmo em redes sociais, para que gere comentários e discussões.

Em aula, falei outro dia sobre a peça “Confissões de Adolescentes”, que foi escrita com base nas experiências descritas em um diário e tão logo decidimos ver no Youtube um episódio da série de televisão originada a partir da peça. Os alunos, na faixa dos treze e quatorze anos, adoraram e interagiram bastante. Isso me fez pensar em como o “novo” pode nos ajudar a surpreender com o “antigo”. Em como uma ferramenta tecnológica como o Youtube pode, com facilidade de segundos, permitir que embarcássemos nessa história dos anos noventa e que o assunto abordado pudesse ser apreendido por meio das imagens. O episódio, que falava sobre virgindade, desencadeou um debate sobre gravidez, camisinha, proteção, hora certa, seguir o caminho dos estudos para ter um futuro promissor, etc. Tudo gerado a partir de um vídeo da internet. E gosto muito de debates, os alunos têm a chance de expor suas opiniões, têm de fundamentá-las, repensá-las. Ótimo exercício!

No Paquistão temos o caso da menina Malala Yousafzai que escrevia em seu blog as barbaridades que aconteciam em seu país e mostrava para o mundo sua visão. Chegou a sofrer um atentado por conta disso. No Brasil, temos inúmeros blogs de adolescentes e ainda a página no Facebook da Isadora Faber, uma adolescente que expõe os problemas de sua escola. O fato é que nossos alunos estão na rede, se comunicando, exercitando a escrita, ainda que seja com o “internetês”, e por que nós, educadores, temos de ficar de fora? Sempre digo aos meus colegas: tenham um blog, uma página no Facebook, um perfil no Twitter, enfim, um canal digital aberto para a comunicação com os alunos e com o mundo.

Vi uma entrevista da educadora Andrea Ramal em que ela dizia que não basta usar a tecnologia em sala só por usar, tem de haver um porquê pedagógico. E tenha certeza, os diários virtuais dos adolescentes, se bem monitorados e mediados, podem ser uma ótima estratégia para estimular a escrita, o pensamento crítico, o senso de responsabilidade com o que postam, a interação e o protagonismo de nossos alunos.

Tem dúvidas sobre os blogs? Temos uma aula na Educopédia que pode te ajudar. É a aula 25 do oitavo ano de Língua Portuguesa: “A estrutura dos diferentes gêneros discursivos – texto teatral, e-mails, blogs/informações explícitas e implícitas”. Acesse em www.educopedia.com.br

As novas formas de ensinar e aprender

Por Eneida Barbosa

Preste bem atenção neste que será o tema da próxima aula do curso “Transformação 2.0” :

Como você viu o vídeo mostra um pouco do novo universo da educação, o papel do educador como mediador na sala de aula, como aquele que incentiva o aluno a buscar o conhecimento sozinho através das novas tecnologias educacionais, sem apenas transmitir a informação, mas  como o que recebe  o conteúdo que o aluno traz e dá os parâmetros para ele.

Percebe-se, de acordo com narrativa de Andrea Ramal – Consultora de Educação, um novo olhar sobre o modo de ensinar e de aprender, e  uma preocupação muito grande com a produção do conhecimento de  forma motivadora para o aluno, que hoje vivencia o universo digital de forma bem ampla e  com muita familiaridade.

Aguardem a aula 13 “As novas formas de ensinar e aprender”, ela está sendo produzida na torcida de que no ano que vem mais professores se sintam capacitados para lidar com as novas tecnologias educacionais em suas turmas.

Menos papel e mais interação!

Por Denise Rangel

Muito se tem discutido sobre o uso de celular, notebook, tablet e outras tecnologias na sala de aula, como ferramentas educacionais. Temos refletido frequentemente sobre de que maneira poderíamos fazer esta transição em nossa comunidade escolar, já que, uma grande parte dos alunos não tem acesso a toda esta parafernália tecnológica.

Apesar disso, a tecnologia faz parte do cotidiano de todos os jovens, mesmo os de comunidades menos favorecidas economicamente. Estes alunos esperam que seus professores façam uso dela em sala de aula. Participar de aulas digitais, como as disponibilizadas pela Educopédia, interagir com outros alunos pelo Skype, participar de jogos educativos, como o Zumm, e poder entregar seu trabalho via email, em pendrives, pelas redes sociais ou por algum outro meio digital é bem mais atraente para o aluno e mais produtivo para o professor.

Entretanto, ainda há muitos professores que resistem ao uso das tecnologias, e nosso objetivo é  incentivá-los a experimentar o data-show, a sala de informática, o email, os blogs, os vídeos, o celular, as redes sociais, não apenas para entretenimento, mas para troca de saberes, questionamentos, busca de conhecimento.

Desejamos uma escola em que professores e alunos desenvolvam um processo de aprendizagem cooperativa para construir a produção de conhecimento.  E que os alunos possam tomar notas diretamente em seus laptops ou celulares e utilizar meios digitais para entregar as suas apresentações e trabalhos.

O aluno identifica o professor como um aliado que compartilha com ele as ferramentas de mídias digitais. Realmente, a comunicação flui muito melhor quando esta interação acontece. O professor pode olhar para o aluno como um parceiro para usar as novas tecnologias.

Além disso, estimular o  trabalho por via eletrônica ajuda a atender às necessidades  de uma nova geração de alunos que está familiarizada com o mundo digital, como também ajuda a alcançar a meta de produzir e utilizar menos papel no mundo.

Aproveitar as tecnologias que realmente minimizem os custos de impressão, viabilizem a distribuição de materiais de ensino que facilitem a aprendizagem, e, principalmente, poupem as nossas árvores é um objetivo que vale a pena ser atingido. O que acham? Menos papel e mais interação!

Imagem: daqui

Skype – Uma ferramenta educacional

Por Barbara Moura.

Enquanto aluna de um curso de Inglês, em minha adolescência, fui apresentada ao Penpal, uma rede para fazer amigos fora do Brasil onde a comunicação era em Inglês por meio de cartas enviadas pelos Correios.

Com o advento da Internet, vislumbrei no Skype a possibilidade de manter conversações em Inglês com os meus amigos virtuais e assim treinar a conversação no idioma que eu ainda estudava, ou seja, utilizei esse software como uma ferramenta educacional.

Nesta semana, imaginem a minha alegria ao ler na sessão de tecnologia no UOL Educação uma matéria sobre o Skype e suas aplicabilidades educacionais.  Não só eu percebi a potencialidade deste programa para educação, como a própria empresa e eles resolveram investir na área.

O Skype é mundialmente conhecido e utilizado por baratear ligações e facilitar videoconferências. O seu download é gratuito e a compra de créditos para ligações DDD e DDI é simples e as tarifas muito reduzidas. Ligações entre usuários de Skype não são tarifadas.

E mesmo com todas essas facilidades, o software não está limitado à elas e desde 2011 investe em educação com o seu “Skype in the Classroom”(Skype na Sala de Aula), onde educadores e alunos de todo o mundo trocam experiências. Essa experiência é denominada “crowdlearning”, ou seja, “um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias” como descrito em artigo do blog Mídia Boom.

Os usuários são desde estudantes de Inglês até engenheiros da NASA que compartilham seus conhecimentos acerca do universo. 

Uma vez que se exige dos alunos conhecimentos escritos e orais em Inglês, educadores da Cultura Inglesa da unidade de Petrópolis (RJ) já testaram com sucesso o Skype em Sala de Aula e apostam no projeto Digital Integration, que utiliza recursos digitais para ampliar a vivência do idioma e já tiveram a oportunidade de conversar, por videoconferência, com alunos de escolas dos EUA e do Canadá, trocando suas experiências acerca da educação e as culturas de seus países.

Além da NASA, a Microsoft, o Museu de Ciência de Londres, Penguin books e outras empresas renomadas são parceiras do “Skype in the Classroom”, portanto, não perca mais tempo e faça sua ligação!

GELP Rio 2012

Por Eneida Barbosa

O GELP é  um encontro de líderes governamentais de 13 países diferentes que se reúnem presencialmente e virtualmente para trocar experiências sobre a inovação na educação.
Entre os países que compõem o GELP temos os EUA, Finlândia, Brasil, Austrália, Canadá, China, Inglaterra, Índia, Nova Zelândia e Coréia do Sul; além de outros países que vieram representados.
O Encontro do GELP é realizado a cada seis meses, sendo assim, há duas reuniões presenciais por ano e algumas outras virtuais, para troca de experiências e ações conjuntas. Esta foi a primeira vez que ele ocorreu no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como  tema mais  enfatizado o uso de novas tecnologias na Educação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O  Subsecretário de Novas Tecnologias da Educação Rafael Parente  que acompanhou o evento  destacou algumas ações para que nós possamos conhecer melhor o trabalho que os membros do GELP desenvolvem em seus países:

. A iniciativa da província de British Columbia (Canadá) para melhorar o comportamento dos alunos: http://www.self-regulation.ca/
. A série de eletivas a distância que o distrito de Chaoyang na China começou a utilizar como estratégia para aumentar as horas de estudo;
. O plano de médio prazo para mudança cultural nas escolas a partir do novo currículo, novas pedagogias e lideranças da Finlândia;
. A Índia descreve o seu  kit de educação para valores que a Índia, como exemplo citou a avaliação nacional de resolução de problemas.
. Stacey, de Nova York, explica a iZone e como descentralizam possibilidades de inovações para as escolas.
. A criação pela Nova Zelândia de uma rede de aprendizagem para ajudar alunos de áreas conflagradas com uso de novas tecnologias;
. A aposta da Coreia do Sul em livros digitais, eles estão trocando os livros impressos para digitais em toda a rede;
. O trabalho pela prioridade da inovação que a Austrália faz de baixo para cima, sendo ela uma das cinco áreas de prioridade em suas políticas;
. O destaque para o Brasil que implantou a Educopédia nas aulas dos alunos da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.

Claudia Costin e Rafael Parente com os representantes do GELP da China.

Na 5a feira, o grupo de 85 pessoas foi dividido em 8 grupos menores e eles foram visitar nossas escolas: CIEP Glauber Rocha, EM George Pfisterer. EM Juan Antonio Samaranchi, EM IV Centenário, EM André Urani, EM Orsina da Fonseca, Espaço de Desenvolvimento Infantil Dona Linda e EM Professor Affonso Várzea, acompanhados da Equipe da Educopédia: Coordenadoras  Mônica Souza, Lucy Ribeiro e a gerente do RioEduca Lilian Ferreira.

EM IV Centenário

Espaço de Desenvolvimento Infantil Dona Lindu no Complexo do Alemão

EM Orsina da Fonseca

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para saber mais informações sobre o evento GELP ocorrido ente 06 e 09 de novembro de 2012 no Rio de Janeiro acesse sua página oficial http://gelprio2012.rioeduca.net 

Game-Basead Learning – O sistema Zuuum na Educopédia

Por Vinícius Farias

Ao abordar a utilização de novas tecnologias na educação, temos sempre como um dos tópicos a aprendizagem utilizando jogos para promover a interatividade e chamar a atenção desses nossos nativos digitais por meio do lúdico. Essa estratégia é apontada em pesquisa que mapeia práticas e tendências para os próximos cinco anos.

A Educopédia, plataforma de aulas digitais da SME-RJ, conta também com essa ferramenta. Além das aulas digitais, cursos para professores, uma biblioteca virtual com livros transmidiáticos (Educoteca), o Pé de Vento e futuramente a máquina de testes, há como opção para os professores e alunos um sistema chamado Zuuum, que integra uma série de soluções educacionais, dentre elas os jogos.

O jogo propõe aos alunos do 5º e 9º ano a possibilidade de trabalhar habilidades linguísticas e lógicas utilizando o que os jovens mais gostam: desafios! Nele o aluno pode escolher um Avatar (personagem) que o acompanhará durante todo o jogo. À medida que o aluno vai fazendo pontos, ganha alguns bônus que poderão ser utilizados posteriormente em situações diversas.

O professor tem a possibilidade de baixar os jogos e utilizá-lo de modo offline e assim não correr o risco de depender das intempéries da internet. A navegação é bem funcional e intuitiva, o que faz com que as crianças utilizem de maneira bem simples, mas ainda assim desafiadora.

Funciona da seguinte maneira: o professor ou aluno acessa a Educopédia, escolhe o 5º ou 9º ano, clica no Zuuum, preenche os dados para efetuar seu registro e escolhe seu Avatar. Ao iniciar o jogo o aluno pode treinar suas habilidades em um QUIZ. Tempo e precisão na resposta contam no desempenho e o aluno pode ter acesso a um relatório com o rendimento da sua turma, da sua escola e até da rede.

Deixo aqui uma ótima matéria sobre o Zuuum e uma outra sobre os benefícios e vantagens da utilização de games na educação, ambas no site do Rioeduca.net  : Programas e ações  e Os  benefícios e vantagens dos games .

                Já utilizou? Como foi? Percebeu algum resultado? Conto com sua participação!

Mistério na biblioteca

Por  Denise Rangel

Hoje apresentamos a experiência de uma de nossas educadoras,   com a utilização da Biblioteca Digital Educoteca em sua aula. Em seu  depoimento, a professora *Mara Malheiros nos conta como foi uma aula digital em sua turminha:

“Todos nós, professores, sabemos que uma boa leitura é capaz de envolver e proporcionar ao leitor excelentes viagens. Já o mundo tecnológico permite inúmeras descobertas e atua como ferramenta na prática pedagógica. Sendo assim, por que não unir esses dois universos?

No bimestre anterior, ofereci aos meus alunos uma leitura diferenciada: a digital. Acessando a Educoteca, as crianças expandiram seu lado detetive e se encantaram com o livro “Mistério na Biblioteca”, de Sandra Aymone. Curiosos, acompanharam a aventura das personagens em busca do livro desaparecido, interagindo com a narrativa e levantando hipóteses para localizar o exemplar “Picos e Montanhas”.

“Mistérios na Biblioteca” narra a aventura de Gabi em busca do livro desaparecido.

Após a utilização do material digital e interpretação oral da história, iniciamos o registro individual.  Esta parte escrita acabou gerando a produção textual sugerida pela SME. Os alunos se envolveram com a proposta:

“Hoje eu vi na Educoteca “Mistério na Biblioteca”. Contava a história de uma menina    chamada Gabi…” ( Marluce Nascimento – 1501)

 “… O livro é muito legal. Ele fala sobre uma menina que se chamava Gabi e o seu avô, Geraldo…” (Clarisse Magalhães – 1501)

 “  …Eles ouviram um barulho e viram um livro, que confessou que escondeu o outro que estavam procurando…”  (Brenda dos Santos – 1501)

Em pleno século XXI, vale ressaltar que a leitura tradicional continua importante e ainda guarda seus encantos, mas nossos alunos convivem com diferentes mídias, em todos os lugares. Competir com elas seria injusto… Portanto, a ideia é aproveitar toda essa variedade de recursos e dinamizar a prática, despertando o interesse dos alunos e possibilitando o desenvolvimento de uma aprendizagem mais eficiente.

A Educopédia conta com material de suporte aos professores.

 Que tal experimentar? #Ficaadica “

* Mara Malheiros é professora da turma 1501, da E.M.Thomas Jefferson, da  Rede Municipal do Rio de Janeiro.

Obrigada, professora Mara!

E você, professor, tem uma experiência de uma aula bacana com a utilização da Educopédia e da  Educoteca? Compartilhe-a conosco!

Seleção para Produtor de Aulas da Educopédia

por Barbara Moura

A Educopédia é uma inovadora plataforma de ensino que por ser muito interativa tornará suas aulas ainda mais motivadoras, pois conta com um vasto conjunto de recursos multimídias integrados aos conteúdos escolares. Mas quem realiza essas aulas digitais cheias de recursos? Nós, professores da rede municipal do Rio de Janeiro! Professores como eu e você!

Quer fazer parte da família Educopédia e se tornar um produtor de aulas? Participe da nossa seleção!

Como todo processo seletivo, é necessário ler o edital com muita atenção! Confira o edital clicando aqui.

Uma vez o edital lido, preencha a sua inscrição no formulário disponível no blog da Educopedia.

Após o preenchimento do formulário é necessário enviar a produção exigida no anexo I do edital, em arquivo único, para o e-mail seleção.educopedia@gmail.com até às 23 horas, horário de Brasília, do dia 4 de novembro.

Fique atento ao título deste e-mail, pois esse deve ser seleção.educopedia2012/ disciplina(em disciplina escreva o nome da disciplina que concorre).

Para ajuda-lo na elaboração da sua produção, estamos disponibilizando esse modelo de plano de aula da Educopédia e também a explicação da metodologia utilizada pela Educopédia para elaboração de suas aulas.

Agora é só fazer a sua produção e enviar. Boa sorte!

Na Educoteca tem livro transmídia! Afinal, o que é isso?

Por Eneida Barbosa

“Uma narrativa transmídia desenrola-se através de múltiplas plataformas de mídia, com cada novo texto contribuindo de maneira distinta e valiosa para o todo. Na forma ideal de narrativa transmídia, cada meio faz o que faz de melhor – a fim de que uma história possa ser introduzida num filme, se expandida pela televisão, romances e quadrinhos; seu universo possa ser explorado em games ou experimentado como atração de um parque de diversões.”

(Jenkins, Henry. Cultura da Convergência. 2009; p. 136)

Nesse contexto compreendem-se as novas narrativas da Educoteca, a biblioteca turbinada da Educopédia. São livros editados num formato de narrativa transmídia ou transmidiática que faz com que o leitor aprecie a leitura de um modo mais abrangente realizando suas próprias interconexões entre os capítulos do livro, e, assim, possa aproveitar, comparar e compartilhar suas observações e os  recursos referentes  à  obra.

Na Educoteca encontramos 5  obras que já seguem esse formato:

 As Aventuras de Guto e a Patota Sideral

A raposa e as uvas

A Cartomante

Garu, o Macaco Guloso

E o nosso novo lançamento: 20 Mil Léguas Submarinas

Acesse a Educoteca, leia e aproveite essas e várias outras obras!

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